html> Energia fotovoltaica: por que adquirir o sistema o quanto antes?

Sistemas de energia solar, além de renováveis e não poluentes, podem durar por até 30 anos; no Brasil, projeto de lei que regulariza o setor e irá incidir taxas a novos consumidores começa a vigorar a partir de 2023

A energia solar ou fotovoltaica é produzida a partir da luz e do calor emitidos pelo sol e pode ser captada por diferentes aparelhos e tecnologias, como painéis solares, aquecedores e outros. Fatores como a crise hídrica, aumento nas tarifas de energia e bandeira vermelha motivada pelo acionamento das termelétricas, fazem com que a energia fotovoltaica venha se consolidando como uma alternativa para economia e sustentabilidade.

Em agosto deste ano, o projeto de Lei nº 5829/19 que tem como intuito regularizar a produção e distribuição de energias de fontes alternativas, como a fotovoltaica, foi aprovado pela Câmara dos Deputados por 476 votos, e agora vai tramitar pelo Senado.

O projeto intitulado “Marco Legal da Geração de Distribuição”, com texto de autoria do Deputado mineiro Lafayette de Andrada, incentiva a produção e comercialização de energia própria a partir de fontes limpas, e propõe um período de transição para tarifas e encargos desses para os consumidores desses sistemas, que durará entre 6 e 7 anos.

O texto prevê que consumidores que já estão na Geração Distribuída não paguem tarifas até 2045. Quem solicitar a entrada no sistema fotovoltaico até doze meses após a sanção presidencial também ficará isento até 2045. Para os novos consumidores, haverá uma regra de transição a partir de 2023, com eles começando a pagar 15% dos custos associados à energia elétrica e com este percentual sendo ajustado gradativamente por seis anos.

Seguindo a regra prevista, os novos consumidores terão de pagar os seguintes percentuais:

  • 15% dos custos associados à produção e distribuição em 2023
  • 30% dos custos em 2024
  • 45% dos custos em 2025
  • 60% dos custos em 2026
  • 75% dos custos em 2027
  • A partir de 2029, a ANEEL estabelecerá novas regras tarifárias

Portanto, o momento para a aquisição de um sistema fotovoltaico para a sua residência e empresa é ainda em 2021 e 2022. Deste modo, o seu custo não será seriamente impactado pela nova regra de custos previstos pelo Marco Legal da Geração e Distribuição.

Como funciona o sistema fotovoltaico?

Esse sistema funciona pela conversão direta da radiação solar em energia elétrica. A luz provoca a movimentação dos elétrons do material condutor, até que eles sejam captados por um campo elétrico, que por sua vez se forma pela diferença de potencial existente entre os semicondutores. As células fotovoltaicas encontradas em placas e painéis, por exemplo, são compostas por esse material semicondutor, geralmente o silício.

Quais são as vantagens da energia solar?

Pouca necessidade de manutenção nas centrais de produção

  • Economia de até 90% gerada na conta de energia, logo no primeiro mês de implantação
  • Proveniente de fonte renovável, sustentável e não poluente
  • Viabilidade de implantação em lugares de difícil acesso, ou afastados de centros metropolitanos
  • Em países tropicais, como o Brasil, que possui radiação solar intensa, a energia requer áreas menos extensas para sua produção, e tem um retorno em no máximo 4 ou 5 anos.

Veja aqui um vídeo com Fabio Lopes, diretor da Sistel Engenharia, falando sobre energia solar.

Posso produzir e ser um distribuidor de energia solar?

Em empresas, comércios e residências, a resposta é sim. A ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica), regula a atividade por meio de resoluções, já que a proposta de legislação ainda está em fase de aprovação pelo governo.

Para sistemas de micro (até 75kW) e minigeração distribuída (de 75kW até 5mil kW), é necessária a solicitação de um projetista ou instalador que avalia a necessidade de consumo do local, estima o seu potencial de geração e o tempo de retorno do investimento.

Para iniciar a produção, é necessário o investimento em painéis solares, e para vender o que é produzido basta se associar como um autoprodutor à Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE).

O que é o retorno de excedente na produção de energia solar?

Produtores que geram energia solar além do seu consumo interno podem fazer uma espécie de troca com a rede elétrica. Ao emprestar para a rede da distribuidora, que fará o pagamento em forma de créditos de energia no mesmo valor, válidos por até 60 meses, o retorno financeiro pode ser de até 95% em redução da conta de luz do imóvel, movimento conhecido como retorno de excedente.

Saiba mais sobre a Sistel Engenharia

A Sistel Engenharia oferece soluções completas em Sistemas de Energia Elétrica crítica e normal a todos os clientes. Oferece um mix ideal entre tecnologia, qualidade, segurança e rentabilidade para o mercado industrial, comercial, residencial e serviço público. Localizada em Bauru/SP, atua desde 2005 nas áreas de Engenharia Elétrica e de Telecomunicações, com profissionais devidamente habilitados e qualificados, presta serviços de qualidade aos seus clientes. Seu mix de produtos e serviços contempla venda, locação, instalação e assistência técnica de gerador de energia, placas fotovoltaicas, nobreaks, painéis elétricos e produtos para baixa, média a alta tensão.

No setor de aluguel de geradores de energia, a Sistel Engenharia atende empresas e prefeituras de cidades como Bauru, Ribeirão Preto, Campinas, São José do Rio Preto entre outros municípios do estado de São Paulo.

A Sistel Engenharia fica na Rua Joaquim Marques de Figueiredo, 7-37, Distrito Industrial I. Os telefones de contato são: (14) 3011-5757 / 99685-1332 (WhatsApp). O site da empresa é: https://sistelengenharia.com.br/ e nas redes sociais: https://www.facebook.com/sistelengenharia e https://www.instagram.com/sistel.eng/.

 

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